Ele fala, eu dou aquele sorriso tímido. As vezes ele me impressiona.
Ele é tão inteligente que me assusta. Eu não gosto do jeito que ele
mostra o quanto é isso ou aquilo. Eu não gosto quando ele é simpático
com mais alguém. Ou quando ele leva alguém para atrapalhar, mesmo sem
querer. Eu gosto de olhar pra ele e sentir borboletas na barriga.
Ele fala, e eu dou aquele sorriso tímido, como sempre. Eu dou dois
passos pra trás. Ele dois pra frente. Eu me assusto com o que ele faz.
Me assusto com o que posso fazer. Eu dou dois passos pra frente. Ele
recua dois. A dança me irrita e eu fico quieta. Ele fala, eu sorrio.
Não falo mais do que o necessário, com medo de parecer pior, ou de
falar o que não devo. Ele chega mais perto. Meu coração acelera. Eu
falo mais do que devia. Eu recuo, ele recua. Acabou a dança. Acabou o
encanto? Eu falei mais do que devia, estraguei tudo. Subimos as
escadas, descemos escadas. Conversamos sobre nada. Ele acha idiota
saltar de pára-quedas. Eu precisava ficar quieta. Fico pensando, não
deveria ter dito aquilo. Ele entendeu. Tenho certeza.Fingiu que não,
mas entendeu. Ele sorri de uma besteira qualquer que eu falo. O clima
fica diferente. Ele distante. Eu com medo. Não devia ter falado. Ele
senta. Logo chegaremos, e iremos por caminhos diferentes. Devia ter
calado. Ele fala qualquer coisa sobre estar cansado. Eu comento meu
fracasso. Me encosto de maneira “confortável”. Ele encosta a cabeça no
meu ombro. Cansado, ele diz. Eu levanto, ele levanta. A coneversa flui
bem. Os assuntos de sempre. Dou dois passos pra frente, pra despedida
comum. Ele também. Mais dois passos. Dócil e meio inesperado, acontece.
Um primeiro beijo.
Tá, era pra eu ter usado o outro blog pra colocar isso. Mas eu to com preguiça agora... E eu quero por aqui mesmo.
Indicação do Samura, segue a coisa...^^
O lance é escolher uma banda e responder aos itens apenas com nomes de suas músicas. Pensei um bocado, não queria ser tão obvia, mas não dá pra fugir. E então eu escolhi a minha banda preferida The Beatles . é difícil escolher o título sem pensar na música. Aí está o resultado.
6. O que você pensa sobre o amor: Magical Mistery Tour
Vou dar um jeito de deixar o meme mais divertido.
Não vou indicar ninguém, nem nada... Quem quiser, pega aí =)
vezes que não temos culpa, mas precisamos, inevitavelmente, mudar.
É complicado, difícil e desafiador, mas mudar é necessário.
Eu entrei numa crise séria nos últimos dias. Pensava em coisas terríveis o tempo todo. Ficava repetindo milhares de vezes pra mim o quanto eu era fraca. O quanto eu não merecia. O quanto eu sou ruim. Quase me convenci disso tudo.
Mas aí queeu tive uma boa conversa franca com uma pessoa que eu admiro um tanto (meu pai). Não que eu tenha subitamente melhorado. Mas deu para clarear um pouco.
Minha crise é resultado de anos e anos de confusão mental que eu mesma criava. Dilemas do tipo: ser extamaente a nerd que eu sou ou ter amigos? Idiota, eu sei. Mas aos 7,8 anos, eu não entendia que ser "cdf" não me impedia de ter amigos. Na verdade eu tentava ser mais relaxada, porque era incrívelmente triste ver que as pessoas só se aproximavam de mim por isso. E só.
Ok, era tudo uma tolice, mas me rendeu uma boa dose de loucura, e algumas crises.
Aos 17 anos, eu descobri que não me desenvolvi intelectualemnte do jeito que devia, por que achava... Na verdade ue não sei. Só sei que, só me senti, realmente bem no final do ensino médio. Quando descobri que eu era daquelas que gostam de estudar o suficiente para, com o maior prazer, ficar dando "aulas" para as amigas que não gostavam de matemática. E que eu não era daquelas sem graça. Eu descobri que poderia sair pra curtir, fazer piadas, dar risadas. Sem ser a nerd-idiota e sem ser a menina sem-conteúdo que eu queria ser.
Com a faculdade, aquela história incomoda de crescer, responsabilidade e a distância dos amigos, foi fácil entrar em crise. O difícil é sair dela.
E então que, assim como pros alcoolátras é necessário aceitar a condção para depois combatê-la aos poucos, aceito a minha condição de idiota-em-crise-de-identidade-e-síndrome-de-peter-pan (1). E decidi enfrentar. Com toda a coragem que me resta. Porque não são todas as lagartas que viram borboletas, mas depois que saem do casulo sempre estão mais fortes (não é Webby?).
Ainda estou planejando algumas metas simples e cumpríveis, para o resto de 2008, já que até agora fui simplismente deixando a vida correr... Assim que a lista estiver pronta eu publico (pq eu sou uma ego-girl que quer atenção, ok? =p)
(1)- estudantes de psicologia que me perdoem, se eu não estou enganada a Síndrome de Peter Pan é coisa só de garotos, né?! Mas que seja...
Eu sei, eu praticamente larguei isso.
Preciso responder a comentários, e comentar mais em alguns vox que leio com frequência (que por causa da reforma passou não ter mais trema).
Na verdade isso aconteceu pq eu to me dedicando mais pro Má Idéia em outro lugar.A idéia inicial era deixar esse aqui mais pessoal que lá. Mas no fim das contas eu "larguei" sem querer esse aqui.
Que feio!
Mesmo pq eu gosto bastante do vox. =)
Então, eu prometo, que assim que acalmarem algumas coisas por aqui (em 4 ou 5 dias tá melhor!) eu volto a postar com mais regularidade. E provavelmente coisas diferentes que lá.
Por enquanto eu peço desculpas pra quem lê e gosta (alguém??) desse meu blog esquisito, eu voltarei a postar sim viu?
(Ah, a Pan voltou a postar, nada como as féiras hein?!)
Se quiserem comentar lá:
Entrem, leiam, comentem.. =)
É isso.
Eu volto logo, ok?
=P
=**
E então que hoje é dia 12, Dia dos namorados. Aquele dia onde os
namorados compram caixas de chocolates e flores para as namoradas,
enquanto estas, ficam na maior dúvida do que comprar. E eu, ainda bem,
não tenho que gastar meu dinheiro com ninguém hoje.
Eu sou meio que solteira por convicção. Pq eu sou contra aquela
história de "antes mal acompanhada do que só". Eu acredito que as
coisas devem acontecer, e não é com qualquer um por aí que se deve
tentar.
Tava lendo por aí a opinião do Mário
sobre garotas, que além de bonitas (pq podem dizer o que quiser, mas
beleza exterior conta) devem ser inteligentes. Confesso que coisas
assim me animam. Porque, no fundo eu não faço parte do grupo de garotas
bonitonas, acho que eu fico melhor no das aspirantes a inteligentes. E
é bom saber que existem homens no mundo que dão um pouco mais de
atenção pra garotas que não são apenas peito e bunda. E sabe, homens
também, não é só um sorriso bonito, e a capacidade de fazer com que
todas as garotas virem a cabeça pra vê-lo quando passa, que conta.
Conta a inteligência. Inteligência e bom senso. Inteligência, bom
senso, e senso de humor. Lógico que achar o cara que seja bonito,
inteligente, tenha bom gosto, seja bem humorado e me faça rir, é como
ganhar na Loteria. Suuuper improvável. Porque, sendo sincera, eu nem
sei se esse tipo de cara, o perfeito, exisite. Mas, de qualquer forma,
existindo ou não, é isso que eu espero. Um cara assim. (lógico que não
precisa ser tão perfeito assim...;)
Sim. Eu sou exigente. E talvez por isso eu esteja solteira.
E eu não me queixo.
Nessa espera (e não procura) pelO Cara eu descobri, que ao
contrário do que todo mundo fala estar feliz, e, estar sozinha,
combinam muito bem. Eu estou feliz sozinha. E não tenho a mínima pressa
de mudar minha condição. Não que eu queira ser solteira eternamente, é
lógico que não. Mas agora, hoje, não, eu estou num momento egoísta da minha vida.
Dia dos Namorados me lembra aquela procura interminável das garotas por
um namorado. Sabe, aquelas garotas que não sabem viver sozinhas, que
precisam de alguém. Que encontram um cara, acham ele bonito (e só, pq a
maioria dessas não liga pra inteligencia ou bom senso), e daí uns dois
ou três dias estão namorando com aliança e tudo, e em menos de um mês
se separam, pq lógico, ele não era o cara certo. Dia dos Namorados faz
com que eu me lembre de como os meninos apaixonados ficam bobos (é que
eu convivo com garotos, e acho sim, que eles quando realemente
apaixonados ficam bobos). Aliás, qualquer pessoa apaixonada tende a
ficar meio boba não é? Dia dos namorados me lembra que eu poderia não
estar em boituva a essa hora, mas isso faria com que eu não estudasse
hoje, e minha nota em Cálculo poderia piorar. Dia dos namorados me
lembra que eu acho lindo casais que dão certo, e acho idiota casais
relâmpago com cara de Dia dos Namorados. E dia dos namorados faz com que eu tenha certeza de que eu sei esperar*.
Não, eu não sou essa garota insensível, eu tenho minhas paixonites, e
coisas assim. Mas hoje, eu não estou me importando muito com o fato de
não ter de quem ganhar presente. Hoje, estar solteira me deixa feliz.
Amanhã eu já não sei.
O mundo se divide em dois grupos. Os que não acreditam que o mundo pode ser dividido em grupos, e os que acreditam. Eu pertencia com muito orgulho ao primeiro grupo.
Mas aí eu percebi que eu era a primeira pessoa do mundo a dividi-lo em grupos. E então eu vejo que eu faço parte do 2º Grupo.
Eu separava as pessoas entre as que sonhavam alto, e as que tinham sonhos simplórios.
Eu, espertona, me colocava no 1º. Afinal, eu queria ir pra Nasa (na 3ª
série), pro CERN (no 1º ano), pra Usp (no 3º ano). Hoje eu vejo que
faço, talvez, parte do segundo (visto que eu quero só ir pra casa).
Achava que no mundo existem 2 grupos de criaturas, aqueles com um grande futuro, e aqueles com um futuro bobo (dentro do meu bobo pensar). E tudo o que eu mais queria era estar no 1º grupo. Hoje eu nem me importaria de estar no segundo.
Eu posso inventar milhares de divisões diferentes das conhecidas: ricos
e pobres, inteligentes e burros, sortudos e azarados, felizes e
infelizes.
Tem quem prefira exatas, e quem prefira humanas. Eu participava do 1º grupo com maior orgulho. Hoje vejo que não seria tão mal ser do segundo.
Tem o grupo dos que gostam de desafio, e dos que não gostam. Eu sempre achei estar no 1º. Não.
Tem a parte que merece, e a parte que não merece. Eu fiz
um esforço danado pra tentar me encontar na primeira parte, mas as
muitas coisas erradas que fiz quase me colocam na segunda.
Eu posso, calmamente, dividir todo o mundo. Cada um em sua devida parte.
Hoje eu faço parte do grupo de pessoas que estão no segundo grupo de tudo que eu citei antes.
Tem uma parte do mundo que sabe muito bem o que quer da vida, e tem a outra parte, que já não sabe mais.
Eu adorava quando sabia exatamente o que fazer, o que eu queria.
Mas eis, então, que hoje eu percebo que não sei mais. Já que eu
descobri que posso querer outras coisas, menores, e que me deixam
igualmente feliz.
Eu queria ser a Física mais brilhante. Queria ser diferente de todo
mundo que faz parte do grupo de pessoas com um futuro bobo. Queria ter
um futuro magnífico, olhando pro céu, fazendo cálculos horrivelmente
malucos e brincando de ser cientista.
Esse ano eu tive certeza de que não era exatamente isso que eu quero.
Eu quero, acho, divulgar. Isso mesmo, hoje, eu estudo pra saber bem. E
não mais brincar de cientista, eu quero outra coisa. Eu quero escrever.
Mas aí eu não sei mais. É como deixar de lado o sonho de criança e ter que enfrentar uma Marina que tinha certeza.
O que eu quero hoje é simples. Aliás o que eu quero hoje é a simplicidade.
Coisas pequenas e simples que me fazem feliz. Escrever, é um bom
exemplo. Eu não tenho sentido isso com meus sonhos de criança de ir pra
Nasa, pro Cern, pro Inpe, pra qualquer lugar grande, com um grande
emprego, e uma vida complicada, e sem a segurança de estar feliz.
E então hoje eu estou na parte do mundo que já não sabe mais.
Só sei mesmo que devo fazer parte do grupo de pessoas que dividem o mundo em partes.
E faço parte daqueles que pertencem a uma parte querendo pertencer a outra. Ao menos hoje.
Mas de qualquer forma, acho fascinante todo o mundo e suas partes, que eu mesmo defino.
(Detalhe: dentro da parte do mundo que é mulher, estou, hoje, dentro do grupo das que não estão de tpm)
Ele, por Ela:
Ele é um nerd maldito. Daqueles que te fazem perder o ar na primeira hora de conversa. E o chão na segunda. Ele sabe de tudo que eu queria saber, mas não ouso. Ele conta as histórias mais legais de se ouvir. Ele é exatamente o que eu não sou. Ele sabe da importância do tempo. Ele sabe como fazer rir. Ele sabe resolver problemas. Ele sabe matemática. Ele sabe Física. Ele sabe Inglês. Ele sabe informática. Ele sabe lógica. Ele sabe. Ele sabe o segredo do universo. Ele sabe. Ele sabe. Ele sabe tudo. Mas ele não sabe do amor ainda. Ele pode parecer a melhor coisa do mundo. Ele é. Mas ele é um nerd maldito. Ele convence quando diz que não sabe. Ele escuta as melhores músicas. Assiste aos melhores filmes. Lê os melhores livros. Escreve os melhores textos. Ensina as melhores coisas. Ele vive menos do que deveria, a vida real. Ele gosta das estrelas. Ele gosta de conversas inteligentes. Ele gosta das conversas que fazem rir. Ele gosta de pessoas, mas tem medo. Ele poderia ser a melhor pessoa do mundo. Ou a pior. Ele é só um nerd. Tão nerd quanto eu precisava.
Ela, por Ele:
Ela poderia abraçar o mundo, se quisesse. Ela fala as maiores besteiras bem fundamentadas do mundo. Engraçada. Simpática. Tímida. Sorridente. Insegura. Ela é do tipo que sabe e finge não saber. Ou que não sabe que sabe. Ela gosta da simplicidade, mas não é. Ela é exatamente o que eu não sou. Ela sabe ouvir. Ela sabe entender. Ela sabe tentar. Ela sabe escrever. Ela sabe pensar. Ela sabe pouco do amor. Ela sabe de muito. Ela sabe de tudo, menos que ela sabe. Ela tem as melhores histórias pra contar. Ele viveu as melhores histórias. Ela é uma das coisas mais malucas. Ela ama as estrelas. Ela ama a lua. Ela ama o céu. Curiosa. Nunca cansa de aprender. Cheia de complexos, curáveis. Cheia de medo e insegurança, infundados. Cheia de medos. Não gosta de silêncio.Sabe que gestos falam mais que palavras. Ela gosta de rir, acha que a vida não vale a pena se não for divertida. Ela pode ser a melhor pessoa do mundo, mas se disfarça de pior. Ela é tudo o que eu não sou. Tudo que eu queria.
Mas
Eles não se conhecem
ainda.
Tem dia que eu acordo burra. (infelizmente tem sido com muito frequencia)
Um simples 2+2 é um terror, só falta eu precisar da calculadora pra resolver.
Noramalmente estou na faculdade quando isso acontece. Aí, qualquer
micro comentário que o professor faça, vira um livro de 500 páginas em
russo, pra eu entender.
Nesses dias eu fico com vontade de sumir por qualquer coisinha.
Eu não gosto de me sentir burra, e detesto quando os outros percebem que eu estou mais lerda.
Nesses dias acho que a única coisa que sou capaz de fazer é dormir e montar quebra-cabeça.
Não me peça pra resolver nada. Deixa eu decidir fazer, e
silenciosamente, me esforçar horrores pra resolver em horas, aquilo que
vc resolveria em 5 minutos.
Eu geralmente sou mais lerda, por motivos de, digamos, falta de
prática. Porém, em dias de burra, meu tempo é muiito mais devagar. E eu
me envergonho com mais facilidade também.
É, normalmente em dia-de-burra, que meu lado menininha aflora:
"bonitinho", "fofinho", "coitadinho", "belezinha", e outros inhos são
mais constantes no meu vocabulário (que passa a ser infinitamente
pobre), e não falo alto, tudo me comove. Isso pq eu não estou de tpm,
nem num dia 'menininha', eu estou num dia-de-burra.
Como eu disse
tem acontecido com muita frequência. E a cada vez que isso acontece eu
me sinto a pior pessoa do mundo. Minha auto estima some, desaparece, e
minha timidez dobra. Aí só me resta torcer secretamente pra que passe
logo, e eu volte a ficar esperta.
Pra que meu senso de humor
volte, pra que minha capacidade de entender, pelo menos alguma
coisinha, nas aulas da faculdade voltem, e pra que eu fique menos
tímida e envergonhada.
O problema é que a 'burrice' está ligada a minha insegurança. Quanto
mais insegura eu me sinto, mais provável que eu acorde num
dia-de-burra. E quando num dia-de-burra, minha insegurança vai lá pro
céu, de tão grande que fica. E eis uma bola de neve.
Não tem quebra-cabeça em casa.
Não vou dormir por falta de sono.
Vou estudar.
Vou aproveitar o tempo livre pra tentar reverter o quadro e dar um basta na bola de neve.
Deseje-me sorte.
Assim que eu sair do DdB eu escrevo de novo.
[e juro, vou ficar bem longe da calculadora pra resolver 2+2 hj!!!]
Então que hoje eu fui pra São Paulo (again) pra premiação do meu irmão gênio.
É, irmão gênio. Imagina um cara que toca teclado super bem, que pinta
quadros maravilhosos, que só tira notas altas, que programa quase tão
bem qto eu (nisso eu ainda sou melhor), e ainda por cima é medalhista
de bronze das Olimpíadas Brasileira de Matemática de Escolas Públicas.
É ou não é o irmão-gênio?
Eu, pobre mortal, irmã do menino me contentei em, toda orgulhosa, bater fotos da bolinha medalhista.
A cerimônia foi no Memorial da América Latina (achei o lugar lindo), e foi uma confusão. Metade da cerimônia foi dedicada a pessoas imporatantes, falando da importância das Olimpíadas e da Matemática, e agradecendo às pessoas que ajudaram ao evento, a outra metade foi entrega de prêmios e medalhas. Foi muito rápido, e confuso. Não tinha a mínima lógica nas filas lá na frente e nem dava tempo dos irmãos e irmãs corujas, assim como eu, tirar fotos. Por isso, e só por isso, eu não considerei uma cerimônia bonita. Os medalhistas de ouro ganharam celular. Os de prata e de bronze uma calculadora científica (ADOREI - agora é minha!), olha que criança feliz:
Agora ele quer medalha de ouro, por causa do celular aposto. Como eu já ganhei a científica dele, eu nem ligo.
Além da medalha, dos lanchinhos e da calculadora, ele tbm ganhou uma bolsa do Cnpq. Isso ele é bolsista do Cnpq e vai fazer um curso suuper legal.
ai ai maior orgulho da bola. Afinal alguém tem que dar orgulho por aqui né?!
Por hoje é só
[prometo escrever sobre coisas menos pessoais =p)
[agora eu to indo me matar pq está tocando yesterday esquisita na novela das 8]
Post que fala exatamente por mim.
Paranóia Delirante do Reticências entre parênteses
(Já virei fã;)
Preciso falar mais nada.
é antiguinho mas eu gostei xD entrando nessa fase,sabe? provavelmente ninguém nunca lerá o q eu estou escrevendo[eu acho] read more
on ; tempo tempo... Putz, eu cresci!